'Que a paz de Deus que ultrapassa todo entendimento repouse sobre ti nesta hora... Ruah!'






sábado, 15 de outubro de 2011

Doce Eleito do meu peito, onde vais em Teu amor?

Eis que lá das estrelas, Rei Celeste,
Tu vens nascer na gruta, ao frio agreste.

Ó Menino meu Divino,
eu Te vejo aqui tremer,
Assim… deitado.

Ó Deus amado,
Ó quanto Te custou ter me salvado!

Eis faltam ao Senhor, Deus das alturas,
Os panos e o calor das criaturas!

Meu divino Pequenino,
Tal pobreza grande assim, mais me enternece,
Se penso que é o amor que Te empobrece…

Gozando lá no Céu toda ventura,
Tu sofres nestas palhas tanta agrura.

Doce Eleito do meu peito,
onde vais em Teu amor?
Jesus, eu penso:
“Por que sofrer assim,
ó Amor imenso?”

Mas se é Tua Vontade sofrer tanto,
Por que chorar assim sentido pranto?

Terno Esposo, Deus ditoso, meu Jesus,
Compreendo, sim, Senhor querido:

Tu choras, não de dor…
Mas de amor ferido.

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